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Oficialmente introduzido no Brasil na década de 70, o Appalosa já
ocupa lugar de destaque na eqüinocultura nacional.
Se caracterizando principalmente exótica –
com pintas espalhadas pelo corpo, especialmente nas ancas – este
consagrado cavalo do índio norte-americano conquistou primeiramente os
criadores paulistas, e, a partir de São Paulo, vem expandindo para
outras regiões, notadamente o Nordeste, onde é usado com grande
sucesso na Vaquejada, o mais popular esporte a cavalo daquela região.
As dificuldades econômicas que caracterizam os
anos 80 atingiram também a seleção Appalosa no Brasil,num momento crítico
de sua formação. Apesar das dificuldades, os adeptos da raça,
criteriosa seleção do plantel e importação de animais que
representam as principais linhagens da raça no Estados Unidos. Hoje,
mesmo apresentando um número grande de produtos importados, a criação
Appalosa nacional já tem sua seleção direcionada para três segmentos
distintos: produtos de conformação, trabalho e corrida.
Com uma Associação moderna e dinâmica, o
Appalosa no Brasil é utilizado na lida do campo – principalmente com
o gado – além de se apresentar como montaria em torneios hípicos e
shows eqüestres . Mostrando a evolução que vem tendo a seleção
Appalosa nacional, anualmente são realizados campeonatos de conformação
e trabalho, onde a nata do plantel brasileiro confronta suas qualidades.
Desde Janeiro de 1990 o Appalosa é atração
também nos hipódromos paulistas, onde estreou disputando corridas de
curta distância, transformando-se num duro páreo para o “primo”
Quarto de Milha.
Este
Amadurecimento do plantel, e conseqüente expansão e segmentação da
seleção, tem feito do Appalosa uma das raças mais disputadas do
mercado. Para a escolha dos melhores reprodutores, a Associação adotou
como critério os resultados obtidos em premiações, progênie e
desempenho em provas funcionais. |